“Even if it ain’t all it seems
I got a pocketful of dreams
Baby, I’m from
New York, concrete jungle where dreams are made of
There’s nothing you can’t do
Now you’re in New York
These streets will make you feel brand new
The big lights will inspire you
Hear it for New York, New York, New York”

Empire State of Mind – Alicia Keys

Quer queiramos, quer não, crescemos numa sociedade em que a influência política, económica e cultural que os americanos exercem é brutal. Os norte-americanos difundem a sua cultura através dos veículos de comunicação em massa, como os canais americanos, as séries, a música e o cinema. Crescemos a ver filmes que ditam o que vestir, o que comer e o que comprar. Fica sempre aquela curiosidade, ainda que por vezes adormecida, em conhecer a cidade que nunca dorme, onde tudo acontece.

Chegar a Nova York é entrar numa montanha russa de deja vu’s. Tudo parece familiar, porque qualquer esquina da rua, restaurante ou bar foi cenário de um filme ou videoclip, já apareceu na televisão ou foi mencionada na letra de uma música. Chegar a Times Square é entrar num mundo à parte. Muito sujo, muito barulho, muita gente, muita confusão. Mas wow. Ao mesmo tempo é incrível. Vibrante. É mágico. É como entrar noutra dimensão. Para onde quer que olhes, vês nova-iorquinos a correr com o copo de Starbucks na mão, a chamar um taxi ou a ir fazer qualquer coisa de pijama vestido. Contrariamente ao que estava à espera, foi possível passear de forma relaxada, sem pressas ou barulhos por algumas zonas. As pessoas foram, na generalidade das vezes, muito simpáticas e bastante prestáveis.

Disseram-me, uma vez, que Nova York é aquela cidade que adoras ou detestas. Não há meio termo. Adorei e quero voltar. Não viveria lá mas ficou tanto por ver que tenho que visitar mais vezes. Alicia Keys não poderia ter descrito a cidade da melhor forma. Apaixonante e vibrante. A cidade onde são feitos os sonhos.


Whether we want it or not, we grow up in a society in which the political, economic and cultural American influence is huge. Americans broadcast their culture through the media, such as American channels, series, music, and cinema. We grow up watching movies that tell us what to wear, what to eat and what to buy. We all wish to be there one day, to get to know the city that never sleeps, where everything happens.

Getting to New York is like entering a deja vu’s roller coaster. Everything looks familiar, because any street corner, restaurant or bar was scene of a movie or video clip, it appeared on television or was mentioned in the lyrics of a song. To get to Times Square is to enter a world apart. Very dirty, a lot of noise, a lot of people, a lot of confusion. But wow. At the same time it’s incredible. Vibrant. It’s magic. It’s like entering another dimension. Wherever you look, you see New Yorkers running with the Starbucks cup in hand, calling a cab or even guys in their pijamas going on street to get some milk. I didn’t expect, but it was also possible to walk in a relaxed way, without haste or noises by some areas. The people were, in most cases, very friendly and very helpful.

I was once told that New York is a city rather you love it or hate it. There is no middle term. Loved it and want to go back. I would not live there but there’s so much to se and do that I really have to visit more often. Alicia Keys could not have described the city in the best way. Passionate and vibrant. The city where dreams are made.

 

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