Gosto de coisas assim.
Pausas apressadas, aceleradas em compasso.
Reguladas. Sentidas e esbanjadas.
Figuras inteiras, carregadas de cansaço.

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Como quem dá e não volta a tirar,
Como quem habitua a sede do hábito;
Como quem impede o acostumar.

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Abalroar o distinto com distinção
Toda a existência consegue!
Mas amarrá-lo com sentido, de outra forma se mede. 12899455_1043856042338061_1645910724_o 12915096_1043855815671417_192814386_o 12899469_1043861972337468_840374142_o 12903410_1043848402338825_1059153178_o 12922010_1043845489005783_2000043225_o

Pois quem concede tal nó:
Embaraça. Amordaça.
Dá graça. Dá vida.
Dá raça! 12915230_1043845495672449_1400915325_o 12915103_1043858375671161_685784018_o 12941042_1043861942337471_1882245856_oDá sentido ao que antes era desconhecido.
Concede segurança na incerteza,
Arrebata a aspereza
E reforça a fortaleza. 12922252_1043849605672038_781838331_o 12899632_1043858365671162_1152659769_o12903696_1043844572339208_1172468055_o

Quanta ironia na vida
Despojada de riqueza sabida
Porque onde dantes se via entrada
Agora só se procura saída.

Photo credits: Diogo Arrais

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